Quem se arrisca em responder: é medo ou comodismo?

Falar, expor problemas, ter opiniões (sejam formadas ou não formadas), apontar erros, criticar.

Tais características são e estão presentes na vida de qualquer ser humano. Entretanto, servem mais como tabus do que como forma de reivindicar direitos.

Existem variadas formas de censurar e calar o outro. Uma delas é praticada coletivamente. Hoje em dia, é a sociedade quem dita as regras e as normas, e não o ditador. Quando algum maluco surge com inovações sejam elas quaisquer, a sociedade logo trata de reprimi-lo. Não há direitos.

O problema é que não é somente um maluco, mas vários. Todavia, o medo e a repressão silenciosa falam mais alto e alimentam o comodismo. Comodismo que se vê de forma generalizada no Brasil, inclusive nas universidades, onde medo, comodismo e a repressão são mais visíveis do que em qualquer outro lugar.

Não se compara tempos tão árduos e sangrentos como o das ditaduras latino-americanas. Entretanto, deve-se ter em mente que existem variadas formas de calar o povo.
Não se compara tempos tão árduos e sangrentos como o das ditaduras latino-americanas. Entretanto, deve-se ter em mente que existem variadas formas de calar o povo.
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