Falar unicamente não adianta, é preciso agir

Numa sociedade que busca ideais de beleza e de perfeição, criticar é quase como uma índole; um caráter natural do ser humano.
As críticas são várias, desde a roupa fora de moda até o preconceito de raça, etnia, opção sexual. E não para por aí. Em tempos eleitorais, por exemplo, nos tornamos verdadeiros cientistas políticos; e quando o assunto se refere à estrutura de um local, seja um banco, biblioteca, escola, hospital ou universidade, o espírito crítico é mais forte do que nunca.
No caso do campus, as críticas e avaliações prévias são inúmeras. O difícil acesso, a mobilidade precária, a falta de ventilação nas salas de aula, o carestia dos lanches e xérox, e assim se segue o festival de questões que são apontadas; todavia, nunca resolvidas.

Pra que seja diferente, é preciso agir diferente.
Pra que seja diferente, é preciso agir diferente.

A principal razão para que mudanças se tornem utopias é a total falta de ação por parte dos mesmos que falam. Mal sabem estes pobres “cheios de razão” que falar somente não adianta, pois juntamente com a voz é preciso a ação. Confrontar poderes, pressionar representantes, cobrar, se manifestar – sem medo de ser julgado de vagabundo.

Falar unicamente não adianta, é preciso agir

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