Crise Silenciosa

Poucos querem saber. Poucos querem ver de onde surgiu. Mas poucos ficam livres dela. É a tal da crise. Contas de luz, telefone e água atrasadas. Corte de telefones. Cinco palavrinhas: isso só é o começo! Sem logística, planejamento, sem diálogo, sem controle… Sem transparência e sem ética, o campus continuará a afundar. O atraso no pagamento de bolsas é um começo, e como um efeito dominó, os discentes, que por ironia do destino são os menos que têm a ver com a crise, serão os mais afetados. Enquanto isso, entre atrasos e falta de dinheiro, poucos sabem como funcionam os “assuntos financeiros” dentro dos Departamentos. Poucos sabem o que chega pra ser gasto, com que deve ser gasto e o que é verdadeiramente gasto. Poucos sabem quem é justo ou injusto, pois os que se dizem justos são tão injustos quanto os mensaleiros da Petrobras, e os que são julgados de injustos são tão inocentes quanto um aluno. Apesar de “inocência” numa universidade, não passar de UTOPIA.

Crise Silenciosa