Nunca evitamos mudar… Nem julgar

calvin-não-consigo-evitar-certas-coisasNo pequeno mundo politicamente (in) correto do ser humano, mudar e julgar até parecem palavras distintas e discrepantes. Todavia, somos o que somos: queremos mudar tudo ao nosso redor conforme nossa maneira de ver e experimentar; mas julgamos tudo, sem nem mesmo avaliarmos a existência de algo, sem nem mesmo saber porque as coisas existem e acontecem.

Há aqueles que sabem usar a mudança de forma bem mais intensa e comum, que o (s) julgamento (s) acabam sendo inferiorizados e contrapostos. Ou seja, julgamos que julgar é um ato inconsequente. Porém, acabamos por cometer um grande equívoco, pois o auto julgamento também é um método de julgar.

A população em geral – professor, feirante, aluno, desempregado, mendigo, empresário – quer e pede mudança. Querem mais segurança, mais educação de qualidade, infraestrutura, saúde de Primeiro Mundo, dentre mais uma infinitude de coisas e questões.Contudo, ao invés de se buscar as mudanças, de partir pra luta e pressionar governantes, mobilizar pessoas, planejar palestras, sempre se aponta dedos e nada mais. Ou seja, julgamos o tempo todo e a vida toda.

A culpa parece que nunca está ao nosso lado, sempre está no “outro”. Este sentimento é generalizado e serve de reflexo para desmascarar uma sociedade individualista.

Sociedade que quer mudar pra melhorar; mas não quer em nenhum momento agir para tal.

Nunca evitamos mudar… Nem julgar

Entre as segregações sociais e a universalização da internet (Charge pra refletir).

FILHO, Arnaldo Angeli. Disponível em: <http://www.blogdogusmao.com.br/v1/2009/09/17/charge-do-angeli/&gt;. Acesso em: 09 out. 2014.

Angeli explora contextos cotidianos da cidade de São Paulo: enquanto a Wi Fi avança, as segregações ficam aparentes.
Angeli explora contextos cotidianos da cidade de São Paulo: enquanto a Wi Fi avança, as segregações ficam aparentes.
Entre as segregações sociais e a universalização da internet (Charge pra refletir).